Câmara aprova Fundo do Emprego e convênio para zerar fila na saúde

Por | 1/06/2017

Vereadores entregam medalha "Zilda Arns" a enfermeira Isabel Teófilo como forma de homenagem por sua ação ao prestar socorro a uma moradora em trabalho de parto
Foto:Alexandre Oliveira

Entre o total de nove proposições, vereadores de Embu das Artes aprovaram nesta quarta-feira, dia 31, projeto que cria o Fundo Municipal de Emprego, Trabalho, Renda e Economia Solidária e o que autoriza a prefeitura a fazer parceria com laboratórios e clínicas particulares para zerar a lista de espera por exames médicos e ambulatoriais no município. Durante a sessão, o vereador Gilson Oliveira (PMDB) pediu afastamento provisório por motivo de saúde.

Objeto do projeto enviado em regime de urgência pelo prefeito Ney Santos (PRB), o fundo municipal será destinado a atender as funções do sistema de emprego, ações de habilitação ao seguro-desemprego e intermediação de mão-de-obra, qualificação e orientação profissional, pesquisa e informações referente ao trabalho. Será administrado pela Secretaria de Gestão Financeira e gerido por colegiado com representantes de outras quatro pastas do governo.

No convênio com clínicas, a Secretaria de Saúde fica responsável por realizar pesquisas de preço e qualidade e fiscalizar a execução. "Que possamos nos unir neste projeto que autoriza o prefeito Ney Santos a celebrar a parceria para que possamos zerar, de uma vez por todas, a grande fila para consultas e exames", disse o presidente Hugo Prado (PSB), autor com Carlinhos do Embu e Bobilel Castilho, do PSC, Flávio Almeida (PRB) e Joãozinho da Farmácia (PR).

O plenário aprovou dois requerimentos, um pelo qual o vereador Gilson pediu afastamento por 90 dias. "Tenho que cuidar da minha saúde, não estou muito bem. Em janeiro, pisei num prego e meu pé infeccionou, e tive a amputação", explicou. Os colegas exaltaram o valoroso vereador e desejaram total recuperação para voltar à Casa. O presidente determinou a convocação do suplente - Felipe do Rancho (PMDB) - para que tome posse na próxima sessão.

O segundo requerimento aprovado foi o da vereadora Rosângela Santos (PT), de justificativa de ausência na sessão em razão de "missão de caráter transitório" para "tentar viabilizar recursos de emenda" para Embu com o deputado federal Valmir Prascidelli (PT). Ela  diz que toda a despesa será com recursos próprios, "desta forma sem nenhum custo para a Câmara e sem ônus para a nossa cidade". Líder do PT, o vereador Doda Pinheiro pediu voto favorável.

A Câmara ainda aprovou as indicações de construção da continuidade da avenida Realismo, até a ligação com a rua Um, no Jardim Vitória, e implantação de posto da Receita Federal na região do centro do município, ambas do vereador Ricardo Almeida. A outra indicação com voto favorável foi a de criação do Fundo Municipal de Emprego, Trabalho e Renda , apresentada pelos vereadores Hugo Prado, Gerson Olegário (PTC), Índio Silva (PRB) e Carlinhos do Embu.

Também duas moções foram aprovadas, uma de pesar pela morte de Lourdes Aparecida de Moraes, mãe da ex-diretora da Câmara Elizabeth Moraes. A outra foi de aplauso à enfermeira Isabel Teófilo e aos bombeiros sargento Rodrigues e soldados Freitas, Silva e Chagas, pelo socorro à gestante Sheila Silvestre em trabalho de parto em casa, no Jardim Emílio Carlos, no dia 20 de maio. Isabel recebeu a medalha "Zilda Arns", entregue a mulheres valorosas de Embu.

No início da sessão, Luiz do Depósito (PMDB) foi à tribuna relatar os ataques virtuais por meio de perfis falsos ("fakes") à advogada Fernanda Rosário. Ele condenou as ofensas à profissional e a família e pediu punição aos responsáveis. Outros vereadores prestaram solidariedade à advogada. O presidente Hugo repudiou a ação que o cita e falou que busca identificar os envolvidos ao dizer que Fernanda sempre deixou claras suas divergências políticas com respeito.

 

 IMAGENS DA SESSÃO

 

18º SESSÃO ORDINÁRIA

 

(Adilson Oliveira - Assessoria de Comunicação da Câmara de Embu das Artes)

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