Vereadores de Embu aprovam Moto Táxi no município

Por Assessoria de Comunicação | 2/12/2016


Foto:Adilson Oliveira/CMETEA

Os vereadores de Embu das Artes aprovaram na sessão ordinária da quarta-feira, dia 30, o Projeto de Lei, que autoriza a criação de Moto Táxi no município. Motociclistas e apoiadores acompanharam a discussão do projeto de mãos dadas. Foi aprovada ainda moção de pesar pelo falecimento das vitimas do vôo da Chapecoense.


O Projeto de Lei 56/2016, de autoria do vereador Carlinhos do Embu tem por objetivo autorizar a criação do serviço de transporte individual de passageiros em motocicletas de aluguel – Moto táxi, regulamentado pela Lei Federal nº 12.009/2009. O projeto foi aprovado com voto contra apenas do vereador Clidão do Táxi. "Eu como taxista, não posso votar a favor. Existe um projeto na cidade que proíbe esse tipo de serviço com motocicleta, porém, mesmo sendo aprovado pelo legislativo no dia de hoje, iremos discutir com maior atenção para que, de fato, o Moto Táxi funcione dentro das normas necessárias", disse o vereador.


Além disso, foram aprovadas as indicações 54/2016, de autoria do vereador Carlinhos do Embu, que pede estudos para implantação de feira noturna na Praça do Jardim Casa Branca localizada na Avenida João Paulo II. E a indicação 55/2016, de autoria do vereador Jefferson Siqueira, indica implantação de lixeira de plástico na pista de caminhada na rua Jundiaí, no Jardim Santo Eduardo.


Duas moções de autoria do vereador Doda Pinheiro também foram aprovadas. São elas, a moção de repúdio contra a transferência da força tática de Embu e região para o município Barueri. Considerando que, a Força Tática vai deixar as cidades de Embu das Artes, Taboão da Serra e Itapecerica da Serra. Ao todo as três cidades vão perder quase 100 policiais. E também a moção de pesar pelo falecimento dos integrantes do time Chapecoense, comissão técnica, tripulação e jornalistas.


Alguns vereadores ainda utilizam do tempo no pequeno e grande expediente para debater e expor opiniões a cerca de assuntos de âmbito nacional como a aprovação no Senado em primeiro turno da PEC 55, a proposta limita os gastos públicos por 20 anos. Ainda foi comentado o entendimento da primeira turma do Supremo, que afirma que até o 3º mês de gestação, o aborto não é crime.

(Assessoria de Comunicação da Câmara Municipal de Embu)

 

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